Arquivos para 'Uncategorized'Categoria

Culpado

Junho 6, 2008

Quem foi que te fez assim?
Quem deixou você azeda desse jeito? Arredia assim?
Quem te machucou ao ponto de você perder a confiança nas pessoas?
Quem te deixou cínica dessa forma?

Tão incapaz de enxergar o que você tem de bom na sua frente…
Tão incapaz de ver a sua capacidade…

Você um dia foi independente, uma dia foi forte, há algum tempo atrás você caiu, caiu feio, mas se levantou… lembra? E o crédito é todo seu… Mas parece-me que alguém roubou esse crédito de você, e o pior, é que parece que você entregou os pontos…

Continue fazendo seus planos… Continue me ignorando… Siga o seu caminho como quiser…

No fim eu vejo que quem te deixou assim não foi outro senão você.

Espero

Maio 3, 2008

Eu espero,

espero você voltar, mudar, amar,

espero você querer, fazer, crescer,

espero você ouvir, sentir, sorrir,

espero o seu amor e também o seu furor,

espero pacientemente, espero esperançoso,

Mas só enquanto aguentar esperar.

Afinal, o que é a vida se não um constante esperar?

Falso

Fevereiro 12, 2008

Por que você faz isso?

Por que diz sim quando quer dizer não?
Por concorda quando quer discordar?
Por que aceita quando quer recusar?

Por que diabos você não fala a verdade!?
Por que você não grita o que está sentindo de verdade!?

Pode dizer o que você pensa! Pode gritar na minha cara, me chamar de chato, dizer que eu incomodo e que você não me suporta! Pode falar que não temos nada em comum ou que eu não pertenco ao seu mundo ou qualquer outra babaquice dessas.

Pode mesmo… Não me incomodo com isso…
Não tanto quanto eu me incomodo com suas mentiras, meias verdades, falsidades e o silêncio hipócrita.
Claro! vai doer, eu não vou gostar, vou retrucar, tentar me defender, jogar verades na sua cara também!

Mas no fundo, eu provavelmente vou concordar contigo e acabar dando-lhe razão.

As vezes, nem eu me suporto…

Flagelo

Janeiro 24, 2008

Algum dia hei de descobrir o motivo por trás disso.
Toda essa flagelação, esse gosto pela auto-destruição.
Essa satisfação que tiro do meu próprio sofrimento.
Pareço buscar a minha decepção.

Me decepciono comigo mesmo, me decepciono com os outros
Espero o que não posso receber, prometo o que não posso dar.
Me entrego de coração à decepção, aguardando o meu fim.

Se um ou vários, não sei. Mas um dia hei de entendê-los.

Enquanto não descubro, continuo me tratando com palavras ásperas as quais não ousaria proferir contra ninguém mais.
Não, essas palavras eu reservo para os momentos de solidão.
Essas eu reservo para este que tanto hesito em aceitar.

Quanta hipocrisia…